
Para comemorar o dia dos namorados, nada melhor do que sair beijando quem você ama! E, entre os memes roubados, dessa vez vim trazer o Meme do beijo.
1. Qual seu beijo de filme favorito?
Os do filme “De repente é amor”.
2. Onde você deu seu primeiro beijo?
No cinema, mas não tenho boas recordações…
3. Quando você deu seu último beijo?
Domingo a noite, ao me despedir do meu bem ^^
4. Diga um sabor bom pra um beijo.
Morango.
5. Qual o cenário mais bonito onde você já beijou?
Sob um céu estrelado da madrugada.
6. Qual a música ideal para beijar?
Todas que eu e ele gostamos.
7. Depois da boca, onde você mais gosta de beijo?
Nuca XD
8. Em que celebridade/ personagem você daria um beijão?
Só uma? Hauhauhauha! Em outros tempos, seria no Johnny Depp.
9. Qual a melhor hora pra beijar?
Todas, mas adoro beijinho antes de dormir ^^
Infelizmente vim falar um pouco tarde do concurso, mas é pra aproveitar e contar mais uma vez a história minha e dele, já que um dia depois do dia dos namorados comemoramos 9 meses juntinhos. Vi no blog da Lia, um concurso que a L’ácqua di Fiori criou para presentear as histórias mais inusitadas de como os namorados se conheceram. O resultado sai nessa quarta feira. Digam se minha história não merece ganhar? XD Torçam por mim! ^^
A minha história na verdade começa com o lado dele da história.
Um belo dia, durante uma aula de estatÃstica, um rapaz sentado no fundo da sala observa uma garota, de outro curso, chegando atrasada e, com encantadora timidez, sentando a sua frente, de forma a não chamar atenção. Entretanto, pra ele, a reação foi completamente contrária.
Ao observá-la sentada a sua frente, percebeu que ela tinha a mesma marca de nacença no mesmo braço que ele e comentou com o colega: “Cara, aquela menina tem a mesma marca que eu”, e o colega “Vai lá falar com ela!”.
Ele, que também era tÃmido, não teve coragem, mas sentou na cadeira atrás dela para, quando ela entregasse a lista de presença, pudesse olhar seu nome. Nada mais ocorreu.
Cerca de um ano depois, “futucando” comunidades do orkut, o mesmo rapaz observa o perfil de um membro de uma comunidade de jogos. Quando ele olha a foto e o nome da pessoa, ele se surpreendeu: era a garota de estatÃstica!
Depois dessa jogada do destino o rapaz tratou de contactá-la por todos os meios possÃveis: e-mail, msn, telefone, e combinaram de se ver pessoalmente num festival de cultura japonesa. Ela ficou completamente encantada ao perceber que ele tinha a mesma mancha que ela, e ainda que os dois eram muito parecidos em diversos aspectos.
Dias depois, num evento de anime, o rapaz não deixou-a escapar, e ao som de uma digievolução (pois é, música tema do nosso namoro) trocaram o primeiro beijo de muitos que serão trocados pelo resto de suas vidas.
Estava no ponto de ônibus, em frente à nossa excelentÃssima Reitoria, esperando por minha condução que eu desconfiava se realmente parava ali. Neste dia tinha acabado de sair da prova de Materno, para qual passei o dia anterior estudando e fazendo resumos, o que deu certo, pois meu resumo ficou fechado em 7 páginas, e foi exatamente a quantidade de páginas que escrevi na prova.
Na saÃda da sala, os comentários, que já haviam começado antes da prova, continuaram: “Olha pra Sara!”, “Vai pra onde assim Sandy*?”, me trazendo o costumeiro rubor nas bochechas.
DistraÃda no ponto, um dos ônibus que ele me recomendou que pegasse passou, sem parar no ponto. Descobri então que aquele não parava ali. Enquanto num conflito interno decidia se continuava naquele ponto ou me encaminhava para o outro, um outro ônibus com o mesmo destino parou para deixar uma passageira e me aproveitei, sobre os meus saltitantes saltos, da boa vontade do motorista.
Sentei numa cadeira do corredor, ao lado de uma janela aberta. Quando o ônibus chegou na orla aquele cheiro me remeteu a lembranças. O mar, a areia, as conchas, as sandálias, os biquinis, as fotos, a primeira vez que o vi “batendo um baba”, a brisa tocando a pele, o calor, nosso caminhar pela areia, descalços…
Lembrei também de batata frita, e do moranguinho, dele se escondendo debaixo da mesa como se fosse a Ana Maria Braga, das roskas com guaraná, da pizza com sonÃfero, do caldo de cana que ele adora, das chuvas nas noites de dezembro em Xique Xique, do pé de acerola no quintal, das estrelas no céu da meia noite, das bolhas no pé no alto do Pico das Almas, do frio da cachoeira, da camisa tentando me aquecer…
Parei um pouco quando percebi o quanto coisas comuns tomaram um significado grandioso. Lembrei da semana anterior, enquanto um outro ônibus me conduzia à Liberdade, quando passei pelo meu antigo colégio. Todos aqueles Smurfs** na porta, a reforma nas salas que dava pra ver pelas grandes janelas, os pavilhões de quÃmica e fÃsica, o céu***, mas as lembranças eram vagas, falhadas, sem muita cor ou significados.
Me dei conta que os lugares por onde passamos podem ser lindos, agradáveis, mas só serão inesquecÃveis se vivermos intensamente e conseguirmos guardar lembranças boas. Sinceramente, não me interesso por lembranças ruins. Que estas sejam apenas para me lembrar de não passar a mão na gilete, tocar no chuveiro ligado com o pé descalço ou encostar num ferro quente, mas as lembranças das vivências que temos com as pessoas, essas devem ser alegres, e se não forem, que sejam apagadas, pois não vale guardar máguas ou coisas ruins, que nos impedirão ou, no mÃnimo, vão nos limitar a viver coisas boas.
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*Sandy é um dos meus apelidos na faculdade desde a apresentação de Antocianina.
**Smurf é o apelido dos estudantes do cefet, pois a farda é igualzinha a cor dos Smurfs.
***céu é o prédio administrativo do cefet, onde o diretor fica “escondido” (raramente ele aparece), por isso alguns diziam que ele era “deus” ou um vampiro (também por sempre ter um caminho coberto e outro sem cobertura naquele lugar, evitando o contato direto com o sol).
Hoje venho aqui mais uma vez para falar de você, não apenas de como sua chegada em minha vida a modificou completamente, não apenas dizer o quanto você é importante pra mim, pois destas coisas você (e os leitores do meu blog, rs) já estão carecas de saber.
Hoje, dia das mães, venho agradecer a ela, a seu pai, e a Deus, primeiramente, por ter possibilitado o meu contato com uma pessoa mais que especial. Uma pessoa que todos têm o maior orgulho de dizer que são amigos, familiares, colegas, parceiros, “broders”. Uma pessoa que nos faz acreditar que a bondade, cumplicidade, simplicidade, respeito, amor, carinho ainda existem em alguns corações, como o seu, e que podem ser compartilhados com os outros.
Dizer que eu não esperava por esse contato, que ocorreu de forma oportuna e predestinada, que me tirou o chão e me fez flutuar no mundo do sonho do qual nunca mais saà desde que te conheci. Sonho do qual já decidi que não quero e não preciso acordar, e dormiria a eternidade se fosse preciso só para estar juntinho de ti, do teu lado, em teus braços, para eu poder sentir o seu coração batendo junto ao meu.
E pensar que passei tanto tempo longe (e perto) da pessoa que me completa por inteiro, que me faz ter esperanças em tudo, que me ama de uma forma tal que eu consigo me sentir amada, e nem ao menos desconfiava de onde você poderia estar, ou de onde eu poderia te encontrar. Dizer que eu não imaginava amar alguém assim é mentira, mas o que eu não esperava é que esse alguém existisse, com cada detalhe que eu desejava para o meu prÃncipe.
Ter você significa a realização de um sonho, e o despertar de uma realidade que poderá ser eterna.
Tudo tem seu tempo, e o agora é o seu, de deixar de ser um “aborrescente” e se tornar um “hominho”, mas sendo sempre o “meu menino”.
O aniversário é teu, mas o maior presente é meu: você.
Feliz Aniversário!