Juro que não pensei que demoraria tanto para aparecer, mas nem vou ficar me explicando… Terei que deixar as postagens meio de lado de vez em quando =/ Mas sempre que sentirem falta de mim por aqui, podem visitar o Pé de Pizza pra conferir se tem posts meus por lá ^^
Mais uma seção nova por aqui, é o Top 10, idéia que o namorado mais lindo e prestativo do mundo deu e contribuiu com a maior parte das informações. Era pra ter saÃdo há uns 2 meses, mas vocês já sabem xD A idéia é a seguinte: toda vez que tiver Top 10 no tÃtulo estarei aparesentando os 10 mais de alguma coisa, não necessariamente em ordem de maior importância. No caso de hoje, é o Top 10 Casais dos games. Espero que se divirtam e caso tenham sugestões fiquem a vontade pra comentar
10. Crono e Marle (Chrono Trigger)

Eles se conhecem no inicio do jogo, quando se esbarram na feira do milênio, ele um simples plebeu, ela uma princesa. Numa das lutas Lavos, Crono morre, depois Marle e seu grupo voltam ao tempo para mudar o futuro (ou seria passado?) e Crono sobreviver. No final do jogo eles se casam, e devem estar vivendo felizes até hoje =]
9. Pac-Man e Ms. Pac-man (Pac-Man)

Em meio a fantasminhas e pÃlulas, surge um dos casaisinhos mais antigos do mundo dos games (estão juntos desde 1980, se não me engano), protagonizando o primeiro namoro gamer da história. Os dois se casaram e como fruto dessa relação surge seu filho Junior. Estão juntos até hoje e também viraram uma série animada.
8. Sonic e Amy Rose (Sonic The Hedgehog)

Cá pra nós, o Sonic tem todo um charminho com aquela aparência de garoto revoltado (ha ha). Não é por menos que conquistou o coração de diversas garotas ao longo de sua história, porém uma delas foi a que mais chamou a atenção do Sonic: a Amy, com sua persistência em se considerar a namorada do porco espinho azul.
7. Link e Zelda (The Legend of Zelda)

Em praticamente todos os jogos da série, Link salva a pricesa Zelda, apesar de os 2 nunca terem aparecido realmente juntos. De qualquer forma, devem se amar, ou pelo menos Link ama ela, mas os boatos dizem que eles namoram às escondidas mesmo! =P
6. Diddy e Dixie Kong (Donkey Kong Country 2, Donkey Kong Land 2)

Diddy Kong é o parceiro do gorila Donkey Kong, aparecendo pela primeira vez no clássico Donkey Kong Country, de 1994, para SNES. Em 95, surge o segundo tÃtulo para o Super Nintendo, dessa vez trazendo Diddy como astro principal, tendo sua namorada Dixie Kong como sua acompanhante. Acho que o que mais chama a atenção neste casal é a cooperação dos dois, buscando juntos cumprir a missão (geralmente salvar o tiozão Donkey).
5. Solid Snake e Meryl (Metal Gear Solid)

Uma relação confusa e meio confidencial. Solid Snake conhece Meryl Silverburgh, uma recruta iniciante, quando se infiltra na base Shadow Moses, em Metal Gear Solid. Embora nada seja confirmado entre os dois (talvez por ser uma informação confidencial O_o), dá pra perceber ao longo do jogo a quedinha do Snake pela Meryl.
4. Cloud e Aeris (Final Fantasy VII e outros FF e Kingdom Hearts)

Uma história que infelizmente não termina com um final feliz, mas nem por isso deixa de ser uma bela história de amor. Integrantes de um triângulo amoroso, se é que pode ser dito assim, já que Cloud gostava de Aeris, e uma menina chamada Tifa gostava de Cloud. Aeris conhece Cloud enquanto cultiva suas flores, e no decorrer do jogo há encontros e desencontros entre os dois, mas Aeris acaba morrendo, salvando o mundo no FF.
3. Wander e Mono (Shadow of the Colossus)

O jogo não explica exatamente o que Mono é para Wander, mas pela história tudo indica que ele a ama. Wander passa o jogo inteiro lutando contra colossos, e a cada colosso que ele destrói, um pouco de sua vida é retirada e acrescentada à vida de Mono. Wander também conta com um cavalo super fiel e leal, chamado Agro. Para quem vai assistir o VGL, as músicas do game estão no repertório de músicas a serem tocadas pela orquestra, então, mais do que nunca, vale a pena conhecer o game
2. Yuna e Tidus (Final Fantasy X/Final Fantasy X-2)

Eles se apaixonam no FFX e no final do jogo Tidus desaparece repentinamente. 2 anos depois, Yuna obtêm uma esfera mÃstica que contém a imagem do jovem jogador de blitzball que um dia desapareceu. Ela não se conforma com a repentina partida do jovem. Assim começa mais uma aventura da bonita saga Final Fantasy. Tidus é apenas o motivo para Yuna partir em sua busca, atravessando toda Spira atrás de esferas que mostrem seu paradeiro. No final do jogo, ela encontra ele. Um dos maiores exemplos do que é ser um casal, e um dos casais mais belos do mundo dos games ^^
1. Mario e Peach (Super Marios)

O casal mais que clássico do mundo dos games! Era impossÃvel não falar de Mario e da Princesinha. O casal que atravessa os tempos, afinal, qual a geração que não conhece esse casal fofo?A primeira aparição da princesa na série é no jogo Super Mario Bros (se eu não me engano em 85, estão juntos há bastante tempo), onde foi raptada pelo vilão King Bowser e deve ser salva pelo herói encanador Mario. Um casal forte candidato ao “felizes para sempre”, pois tudo indica que esse romance deve durar para sempre.
Esse post também está no Pé de Pizza.
Essa história é um conto criado por mim, meio baseada em fatos reais, irreais e meio baseada em fatos surreais (hehe). É dividida em algumas partes. Clique para conferir as partes que já passaram por aqui.
O garçon estava no meio do caminho, e a mesa uns 10m de distância. Corri na direção da mesa, quando o garçon se curvou para atender o cliente e eu o vi… em frente a ela, que segurava sua mão. Amanda parou atrás de mim e tentou me acalmar segurando meu braço. O garçon levantou-se de vez, esbarrando em mim e derrubando uma pequena pilha de pratos de porcelana branca no chão. Todos olharam em direção ao desastre, inclusive eles.
Só de olhar aquela mulher já me dava ânsia de vômito, e vê-la segurando a mão de meu namorado, no meu restaurante preferido, onde ele havia me pedido em namoro, era mais do que eu podia suportar.
Me virei e corri, desesperadamente, em direção ao carro. Deu para ouvir os gritos da Amanda e do Nicholas, chamando por meu nome. Quando sentei no banco do motorista, com os vidros fechados, ainda deu tempo de vê-lo, com aquele olhar de assustado, como se eu tivesse descoberto o segredo que ele escondera há tanto tempo, gelei e fiquei paralisada. Ao perceber que ele descia as escadas do restaurante, consegui sair do meu estado de atordoamento e travei as portas do carro. Ele começou a bater com as quinas dos dedos e chamar meu nome.
- Mia, espere! Não é o que você está pensando! - a frase clássica, que só serviu para aumentar a raiva que eu estava sentindo.
- Mia! Por favor, espere!
Passei a marcha ré e fiz o balão no estacionamento do restaurante. Passei a primeira marcha e saà aceleradamente, cantando os pneus. Sequer pensei na loucura que era estar dirigindo naquele estado de nervos. A única coisa na qual conseguia pensar era no porque ele mentiu quanto ao horário que voltaria de viagem e, um motivo justo, pelo menos lúdico, do porque ele estar num restaurante com a amiga dele que eu mais detesto no mundo: Lorena. Foram diversas as vezes que eu já havia dito que não gostava dela, mesmo assim o único esforço que ele fazia era de tentar me convencer de que ela era uma pessoa legal – em vão. Quantas e quantas noites passei com o estômago embrulhado, as mãos geladas, a cabeça doendo, por conta das ligações e mensagens que ela deixava para ele, e ele insistindo que não havia nada demais. Perdia a fome, a vontade de ficar acordada, o ânimo para trabalhar, e até mesmo, certa vez, coloquei em dúvida se era esse o futuro que eu queria pra mim. Eu sei, talvez importância e atenção demais para uma pessoa insignificante, ou pior, toda a atenção que eu poderia lhe dar.
Um ar de revolta me apertava os pulmões, e nem percebi ao ultrapassar o sinal vermelho. O motorista da outra via foi quem me trouxe de volta à realidade ao gritar “maluca!”, da janela do seu carro. Foi aà que parei de morder os lábios – sinal de quando estou irritada – como estava fazendo, freneticamente, há alguns minutos. O sinal em frente também estava fechado, e dessa vez eu lembrei de parar.
O telefone tocou, e o nome dele, ao lado de coraçõezinhos, apareceu na tela. Desliguei imediatamente o celular, jogando sobre o banco do lado e retornando à realidade, decidindo que caminho seguir para ir para casa. Foi então que pensei: para onde vou? O que farei depois que toda essa raiva passar?
Neste momento, instantaneamente, me veio o nome dele. Peguei a carteira, e num de seus compartimentos, num papel bem amassadinho, estava o número dele: Rafael Alexandre. “Catei” o celular que havia jogado de qualquer jeito no banco do carona e disquei os números. Chamava, chamava… caia na caixa eletrônica. Droga! Tentei mais uma vez, em vão. Percebi que os carros atrás de mim começaram a buzinar. Foi então que me dei conta que o sinal já estava verde. Passei a marcha, com o celular ainda na mão, e enquanto dirigia continuava a tentar falar com ele. A Amelia, que não gostava nem de conversar enquanto dirigia, provavelmente já teria infringido a lei de trânsito pelo menos três vezes naquele fim de tarde.
Finalmente, chegando em casa, deixei o carro parado em frente a porta principal. Esqueci o celular, bolsa, e todas as outras coisas dentro do carro, lembrando-me apenas de pegar as chaves. Entrei em casa e deixei a porta aberta. Olhei para o console da sala e para estante da televisão, ambos com vários porta-retratos exibindo fotos nossas. Tive vontade de passar a mão em tudo e jogar ao chão. Imaginei a cara dele ao ver tudo aquilo quebrado e seu tom de voz, me chamando de louca, e então sorri sarcasticamente. Pensei melhor e decidi não lhe dar esse gostinho.
Subi até o quarto, tirei os saltos, o blazer e a calça social, substituindo-a pela calça de moleton usada de manhã e calçando o tênis. Desci até o quintal e logo Billy se levantou, o rabinho abanando e pulando sobre minhas pernas. Peguei sua coleira e coloquei sobre seu peito. Segurei a guia e partimos em direção ao nosso lugar favorito, o cais. Como já era final de tarde, o sol já estava para se pôr, e a vista desse incrÃvel acontecimento da natureza era muito bonita de lá. Depois de corrermos até o lugar, o próprio Billy estava cansado. Sentei à beira do cais enquanto Billy deitava espalhafatosamente sobre a madeira.
E depois de gastar toda a energia, tiveque liberar a raiva contida com algo que me negava a fazer. Foi então que chorei.
31/08/09 – Semana difÃcil mais uma vez, por isso o desaparecimento. Mas final de semana que vem apareço com alguma novidade
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Esse post será o primeiro de uma seção que eu estou criando aqui no blog, o Livro de cabeceira, onde eu pretendo comentar sobre os livros que estou lendo ou que já terminei de ler. Não sei qual será o perÃodo de posts novos nessa seção, mas sempre que eu tiver algum livro novo pra comentar, um post com esse tÃtulo vai rolar por aqui
E estreiando a seção, o livro da prateleira da vez é O diabo veste Prada (ou The Devil Wears Prada, no tÃtulo original, em inglês) de Lauren Weisberger. Comprei o livro numa das liquidações da submarino, por apenas R$9,90, final do ano passado, mas só nesse recesso do meio do ano que tive tempo pra ler.
Foi neste livro que foi baseado o filme de mesmo nome, estrelado por Meryl Streep e Anne Hathaway (2006), que eu adoro! Pode parecer meio estranho ler o livro depois de ter assistido ao filme (colocaram isso na minha cabeça, não sei quando, não sei como, e não sei também por que lógica, mas na concepção natural das coisas é preferÃvel ler o livro antes de assistir ao filme), mas demoro muito pra terminar um livro, então não deu pra esperar.
O livro começa como a história do filme, com a personagem de Andrea Sachs procurando por um emprego após ter se formado em jornalismo. Logo de cara ela é chamada pelo Elias Clark para uma entrevista, e o resto vocês já sabem… Segue sinopse:
Andrea Sachs, acabada de sair da universidade, consegue um emprego fabuloso «pelo qual um milhão de jovens eram capazes de dar a vida»: é contratada como assistente de Miranda Priestly, a editora da famosa revista Runway. No entanto, como assistente pessoal de Miranda, Andrea vê-se forçada a suportar toda uma série de abusos, realizando tarefas como encomendar-lhe o pequeno-almoço, tratar-lhe da roupa suja, fazer de motorista para a cadelinha buldogue francesa, preparar-lhe as viagens… Resumindo, Andrea tem de estar disponÃvel vinte e quatro horas por dia para atender aos seus pedidos, e, ainda por cima, sempre com um sorriso no rosto! Será que um ano de sacrifÃcio, ao serviço de um ‘diabo’ que veste Prada, não é um preço demasiado alto a pagar pelo emprego da sua vida?! Um livro hilariante, muito fashion!
Fonte: CrÃtica Literária
A leitura é agradável, divertida, e trás ainda mais experiências irreais entre as personagens de Andrea, Emily e Miranda, mas com a Anne ilustrando o papel de Andrea no filme, pra mim, fica ainda melhor. Então, para quem ainda não leu O diabo veste Prada, fica a dica =]
Pois é, a folga acabou! E olha que nem foi tão folga assim…
O perÃodo de “férias” (que caberia mais como recesso) foi de 18 de julho à 10 de agosto. Tinha me programado pra fazer algumas mudanças aqui pelo blog, mas não deu. Não fiz layout novo pro blog (que fará 1 ano no ar próximo dia 16, se não me engano)  nem pro portfólio, meu pc quebrou, não viajei, mas felizmente deu pra dormir um pouquinho, passar mais tempo com o Vi, assistir alguns filmes (no cinema só deu pra ver Inimigos Públicos) e jogar um pouco (Okami, GTA, e conheci The Sims 3, Prototype e Crisis no pc de Vitor). Além disso, fui ao Anipólitan pela primeira vez, e em menos de um ano de namoro vi o cantor da música do nosso primeiro beijo cantar nossa música ao vivo, na minha frente (por isso o “motivo de força maior” no post anterior ^^).
Esses últimos dias, sem pc (que pifou no inÃcio de julho) e sem usar o PS2 (que já era mal usado por mim desde que minha avó comprou por “falta de tempo”) devido a altÃssima concorrência entre meus priminhos, o que tem me salvado do desespero de volta à s aulas é a coleção do mangá Dr. Slump, emprestada por Vitor. O autor é o mesmo de Dragon Ball (Akira Toriyama), e quando eu terminar de ler talvez eu comente sobre ele aqui ou no Pé de Pizza.
Ah é, pra concluir os comentários sobre as minhas enormes férias, depois de eu estar tranquila porque havia conseguido todas as matérias (na UFBA se tem menos vagas nas matérias do que o número de alunos, e recentemente eles abriram o número de vagas no vestibular, como se já não bastasse o contingente de gente querendo pegar matérias e eles sem disponibilizar, então rola fight em busca das disciplinas), percebo, numa quinta feira anterior ao inÃcio das aulas, ao acessar minha matrÃcula na rede, que minha odiada amada coordenadora modificou meus horários. Quando chego lá para tirar satisfações, descubro que uma professora percebeu (TRÊS DIAS ANTES DAS AULAS COMEÇAREM) que ela não teria disponibilidade de dar aula no horário que ela tinha disponibilizado para aquela disciplina, então todos os alunos tiveram que mudar seus horários, o que acabou causando choque de horário em outras disciplinas, que tiveram, também, que ter seus horários trocados, ou seja, caos total!
Depois de perceber que ninguém iria trocar de horário comigo (quem em sã consciência vai desistir de seu horário bonitinho durante a semana pra trocar com uma pobre coitada com horário na sexta à tarde?) estou tentando não odiar tanto a minha professora querida que fez isso nem a coordenadora amada que não consultou qual seria o melhor horário pra mim (tá, eu sou só mais um nome pra ela) e assimilar que eu perdi minha sexta livre por causa da super desorganização da minha odiada amada escola de nutrição da BUFA, que, por sinal, está no chão por causa da construção do complexo de gastronomia, novo curso da UFBA (pois é, mais essa, demoliram parte da escola e agora estamos desalojados, tendo aula num prédio de aulas “genérico”, sem acesso fácil a biblioteca, computadores, xerox, etc).
E, pra completar, estou atualmente “desempregada”. Meu contrato de bolsista acabou agora no final de julho, então adeus-dinheirinho-na-conta-todo-mês até eu encontrar outra coisa pra fazer.
Obs. 1: Por favor, abstraiam o mal humor desta humilde blogueira que lhes escreve. Tenho certeza que, depois de toda a saga narrada acima, vocês vão pelo menos concordar que eu estou de cabeça quente por conta das notÃcias que me atingiram de “supetão”.
Obs. 2: Mammys, tio Vitor e meu irmano se compadeceram da pobre coitada sem computador e vão ajudá-la a comprar outro, BEM LONGE DA PORCARIA DA PREVIEW! OBA! Então, em breve trarei novidades (mas que só vão se concretizar mesmo lá pra setembro, quando creio que dará tempo pracolocar todas as idéias em prática).
Obs. 3: Ainda não entreguei meu relatório final da pesquisa, então é possÃvel que fique longe de posts até semana que vem, mas não se esqueçam de mim ;__;
Aconteceu neste final de semana, dias 1 e 2 de agosto, o Anipólitan, um evento em comemoração à cultura pop japonesa na Bahia. E o Pé de Pizza estava lá, cobrindo toooodo o evento pra vir mostrar o que rolou nestes dois dias.
O evento aconteceu em um colégio de Salvador, localizado na Av. Paralela. Além das atrações de palco (shows, sorteios, apresentação dos cosplayers, etc) também haviam estandes de diversas lojas de utensÃlios otakus, podemos assim dizer, comercializando mangás, camisas com estampas de animes, jogos e outras estampas engraçadas (camisas com o Seu Madruga, uma de casamento escrito “Game Over”, Mussum), bonequinhos fofos em miniatura dos personagens (Dragon Ball, Suzumiya Haruhi, Naruto, Bleach, One Peace, dentre outros), bottons, roupas e fantasias dos personagens, canecas, DVD’s de animes, espadas e outros artigos de artes marciais.
Ocorreram também tornéios dos games Warcraft 3, Narutimate Accel 2, Smash Bros Brawl, Pokemon, Bomberman, de cards e o concurso cosplay, que embora tinham muitos cosplays interessantes por lá (Lara Croft, quase todos os personagens de Mortal Kombat, Misa, L e Near de Death Note, Fada Sininho, Goku e Vegeta de Dragon Ball, Kakashi, Sakura, Sasuke, Hitachi, vários integrantes – que não foram bem diferenciados por mim, rs – da Akatsuki, de Naruto, o protagonista de Assassins Creed, Sakura Card Captors, Mario Kart, alguns personagens de Star Wars, um Wolverine – um dos melhores!, Peter Pans, Wallys, Alice de Alice no PaÃs das Maravilhas, Mulher Maravilha e muitos, muitos outros!), foram poucos os que participaram, o que possibilitou a concentração dos prêmios para as poucas pessoas que participaram de quase todas as categorias. O prêmio desse ano barbarizou! 1 Playstation 3 para o vencedor (que neste caso foi uma vencedora) da categoria tradicional individual. Além de quiz para os mais viciados em mangá e animes testarem seus conhecimentos, karaokê e diversas outras atividades.
Teve também a Batalha Campal, uma novidade desse ano, onde os participantes se golpeavam com espadas acolchoadas em quatro arenas. Para este o Pé de Pizza fez um clipe mostrando como foi. Veja o vÃdeo aqui.
Para conferir mais fotos dos cosplayers e do que rolou por lá, é só acessar o Flickr do Pé de Pizza.
E, encerrando o evento, contamos com a apresentação do cantor japonês Ayumi Miyazaki, autor dos temas de Digimon e Nana. Foi a primeira atração internacional num evento desse tipo aqui em Salvador. Na primeira música o pessoal ainda estava meio tÃmido, mas foi só soltar Brave Heart, tema da digievolução que a coisa começou a animar e não parou mais! E pra encerrar ele cantou Brave Heart em português, em homenagem a platéia. Confiram os vÃdeos (a qualidade não tá muito legal, mas dá pra ter uma idéia de como foi) de algumas das músicas cantas por ele abaixo.
Break Up
Rose (tema de Nana)
Abertura de Digimon
Participação do meu dálmata ajudando aà na cantoria…
Brave Heart (em português)
Infelizmente não deu pra filmar Brave Heart em japonês por motivos de força maior xD